Na correria do dia-a-dia, quem é que não precisa comprar uma câmera de 10 MP assim como se compra um refrigerante? Direto da máquina, pagando com cartão, retirando na portinhola na parte de baixo. A Best Buy, que não é boba nem nada, tem essas máquinas espalhadas por aeroportos nos EUA para ajudar a amenizar a ansiedade dos viajantes que precisam comprar naquele momento um Nintendo DS ou o último iPod. Os produtos vão dos mencionados acima até simples fones de ouvido ou cartões de memória. Aceita dinheiro e devolve troco. Por que eu não pensei nisso?

Exemplo perfeito de como funciona o capitalismo. Onde há dinheiro para ser gasto existe alguém que quer vender algo.
A compra de impulso é uma venda fácil e que gera bom lucros para o varejista. Só precisa estar no lugar e hora certos.
E pensar que por esses pagos, se a gente achar uma máquina dessas, elas só vendem livros ruins ou brincos mais toscos ainda.
Se fosse aqui no Brasil-il-il, já tinham inventado uma maneira de roubar os produtos de dentro, ou compar com cartão falso.
Alguém precisa avisar o Coelho que ele está em Montréal… e que São Paulo não tem dessas coisas.
Leitores do blog: nosso amigo Carlos Coelho está postando diretamente de Montréal, Canadá, para comparar a loucura urbana do Primeiro Mundo com a nossa. Teremos algumas semanas intrigantes pela frente.
Pô, Coelho, faz falta a versão ampliada da foto. Quero saber exatamente o que tem nessa vitrine aí!